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Museu Van Gogh:
Eu enlouqueci no Museu Van Gogh e acho que é uma das melhores, senão a melhor, atração de Amsterdam. Fica numa linda casa no Museumplein (bairro dos museus) e tem o maior acervo de obras do artista do mundo. A sessão é divida em ordem cronológica segundo a vida do artista e podemos acompanhar todas as fases da vida dele incialmente na Holanda, depois em Paris, depois em, Arles, depois Saint-Rémy e por último em Auvers-sur-Oise, lugares onde o pintor viveu. Os quadros mais famosos do pintor são os auto retratos, vários, cada com uma expressão diferente, se destacando o mais famoso, o "Auto-Retrato com Chapéu de Feltro" e sua obra mais famosa, o Quarto.


Vale também dar uma visitadinha no site do museu: http://www3.vangoghmuseum.nl/vgm/index.jsp?page=95&lang=en
O museu tem ainda uma coleção de artistas amigos/comtemporâneos do impressionista e mostras temporárias bacanas, como a de arte japonesa, na qual o pintor se inspirou muito, mesmo sem ter ido ao Japão.
Escrito por Paulinha às 22h48
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Amsterdan Decadente:

Estive em Amsterdan há dez anos e me lembro de ter amado a cidade. Desta vez, chequei em um Sábado pela manhã e hordas de jovens turistas chegaram junto comigo. O trem que leva do Schinpol (aeroporto) a Central Station veio lotado. Até aí tudo bem, mas qual é objetivo da maioria desses "turistas" de final de semana? Farrear, é claro.
E como farrearam! A impressão que fiquei foi que milhares e milhares de pessoas chegam a Amsterdan com o único objetivo de usar drogas, beber e ‘usufruir" do Red Light District. As ruas desse último no Sábado a noite pareciam mais lotadas do que a 25 de março antes do Natal. E as "moças" nas vitrines, coitadas, me pareceram desanimadas e descuidadas, tentando fazer caras e bocas "fake" quando passava algum possível "cliente". E como se mltiplicaram as casas da Luz Vermelha! Há dez anos não somariam 20 ou 30, hoje parece que todo o bairro é vermelho.
E os CoffeShops? Esses estavam sempre tão abarrotados que muitas mesas estavam nas calçadas e se consumia o principal produto desses estabelecimentos por ali mesmo. As pessoas com aquela cara de "chapadas" mal pareciam conversar entre si. Será que isso é "legal"? Será que essa apologia toda a "liberdade" é real? Será que há realmente "liberdade de escolha"? Porque se você vai a Amsterdan e não consome nada, como nós, fica parecendo um peixe fora d’água. Incrível, né?
E não para por aí: somente a venda da maconha é permitida pela legislação holandesa nos CoffeShops, mas o que dizer dos traficantes parados em quase todas as pontes oferecendo aos transeuntes todo o "resto"?
Isso sem contar os bêbados gritando a noite toda e a praça Dan cheia de latas de cerveja, gente caída e poças de urina e vômito. Sem exageros, é a pura realidade.
Não sou careta e posso dizer que estou muito longe disso, mas será que liberar o consumo de drogas é a melhor saída? Será que, mesmo a população mais instruída do mundo, está pronta para esse grau de "liberdade"? Ou será que, a cidade virou um ponto de encontro de pessoas interessadas apenas nesse tipo de programa, que invadem a cidade a cada final de semana e incomodam tanto os moradores locais quanto incomodaram a mim? Acho que essa é uma longa discussão....
Na Segunda-feira a cidade estava mais calma, porém ainda imunda devido aos excessos de pessoas que, a meu ver, não sabem aproveitar tal liberdade.
Escrito por Paulinha às 23h22
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Le Marais
Bom, como ando sem tempo de escrever no blog, resolvi que vou postar todo dia, ou quase todo dia uma assunto pequeno, para não me tomar tanto tempo e para não ficar tanto tempo sem postar. Vamos ver se funciona assim. Aliás, meus caros leitores, gostaria de agradecer aos comentários. Eu adoro recebê-los.
Tema de hoje: Le Marais

Esse é o meu bairro predileto na cidade-luz. Um bairro onde tudo acontece e um dos únicos de Paris onde se acha "vida" aos domingos. Marais quer dizer "pântanos" e antigamente era uma reduto judeu e um bairo mal cuidado. Após a revitalização, o público GLS começou a frequentar o local , e na cola deles, os descolados, tornando o bairro um dos quartiers mais vibrantes de Paris.
Vamos aos HOT POINTS:
Museus:
- Museu Picasso http://www.musee-picasso.fr (5, Rue de Thorgny), onde se encontra uma das maiores coleções de Picasso o mundo e obras da coleção pessoal do pintor incluindo Cezanne’s, Renoir’s e Matisse’s. O museu fica situado no Hotel Salé.
- Museu Carnavet (23, Rue de Sevigne): conta a interessante história da cidade de Paris, e tem até um modelo da guilhotina usada na prisão da Bastille.
Praças:
A mais adorada é a Place de Voges, simétrica (todas as casas tem as mesmas proporções) e arborizada, é um reduto pra uma agradável piquenique ou um descanso após o almoço. No nº6 está a casa onde Vitor Hugo viveu e hoje funciona como um museu sobre o escritor de Les Misérables.
Ruas:
- Francs-Bourgeois – cheia de lojas legais como a Camper (sapatos legais) e a Abou d’Abi Bazar, que vende roupas descoladas pros chamados bobos (burguses boêmios).
- Rue Rosiers: coração do Marais, a rua mais típica, onde se encotram as lanchnetes de falafel, entre elas a famosa L’As du Falllafel.
- Rue Vielle du Temple: maior concentração de cafés legais, com grande público GLS.
- Rue Saint-Antoine: onde os habitantes locais compram comidas nos mercadinhso tradicionais, bolangeries, bucheries e etc.
Escrito por Paulinha às 21h42
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Mais Paris...
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14/11/2006 02:32
Acorde cedo e vá até as proximidades da Ponte Marie, as margens do Sena. Procure a Rue Saint Paul e coma o melhor pain au chocolat de PAris na Bolangerie Molinau. Imperdível! Essa ruazinha tem vários pequenos antiquários e é charmosérrima.

Depois, ante até a Ponte Marie e vá para a Ile Saint Louis, o local mais belo de PAris na minha humilde opinião. A Rue de St Louis, que corta a diminuta ilha é um sonho e tem a melhor sorveteria do mundo, a Bertillion. Depois, dobre a direita e...surpresa, você chegou na ponte atrás da Notre Dame! Ali, uma pausa pra um café e para ouvir os músicos que tocam no meio da pontezinha que liga St.Louis a Ile de La Cité. Depois, atravesse a Ponte e se deslumbre com a Nontre Dame. Perca tempo estudando os seu vitrais, que são fascimantes. Depois, suba na torre norte (com elevador pago, porque ninguém merece subri 400 degraus a pé da torre sul). A vista é linda e você tem a companhia dos simpaticos gárgulas!

Da Notre Dame, uma caminhadinha curta, te leva até o Palácio da Justiça, onde de fora, você já verá a fila pra entrada na St.Chapelle. Fique na fila, vale a pena; A Capela tem uma piso térreo um pouco sem graça, mas quando você sobe a pequena escadinha lateral, dá de cara com um salão absolutamente iluminado com as cores diversas dos vitrais!
Isso é Paris, uma descoberta atrás da outra. Ai que saudades........

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Escrito por Paulinha às 11h12
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Mais um dia em Paris
Num outro dia, inicie seu passeio pelo Quartier Latin, não perca do Pantheon (igreja onde estão enterrados os "melhores e maiores" da França e que parece um templo grego).

Do lado do Pantheon, está a faculdade de direito e de lá, vc pode descer o Boulevard San German até o bl. Saint Michel, passar pela Sourbonne e visitar o Museu/Termas de Cluny, que são termas antigas, galoro-romanas em ruínas e onde fica o "imperdível" Museu da Idade Média. O ponto alto desse lindo museu são as famosas tapeçarias de unicórnios que representam os cinco sentidos e o "sexto sentido feminino".Imaginem que essa idéia é da Idade Média! Fantástica, né? O Quartier Latin é um bairro vibrante e universitário e sempre cheio de estudantes da Sourbonne passeando por lá.
Pra almoçar, que tal um belíssimo piquenique regado a quiejos e vinhos nacionais (franceses) no maravilhoso Jardin de Luxembourg? Eu acho aquele lugar idescritpivel, e a primeira vez que fui lá, fiquei embasbacada. Não perca a Fontana de Medici a esquerda do Palácio (que não é aberto a visitação por ser sede do legislativo)
 E de lá, após o almoço, parta a pé para a Igreja de Saint Sulpice, que vale muito a pena ser visitada (não só pra quem leu o Código da Vinci)!

Escrito por Paulinha às 11h04
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Começe com o roteiro básico....
12/11/2006 16:01
Não perca a Torre Eifel de dia e de noite (no verão fica aberta até as 23h). Um horário legal de conhecê-la é ao entardecer, mas ainda claro (no verão, escurece bem tarde)e fique até escurecer, pra ver Paris se acender! É um espetáculo emocionante.
Não deixe de andar de Bateau Mouche no Sena, também ao entardecer, e de preferância acompanhado.
Comece um passeio pelo Arco do Triunfo (suba nele, afinal, você é turista e merece conhecer tudo) e desça toda a Champs Elisée a pé até a Place de La Concorde. Perca um tempo adimirando o Obelisco de Luxor e imagiando que ele tem cercad e 3000 e foi trazido por Napoleão do Egito pra embelezar a cidade (precisava mais?)

Depois entre nas Tullieries, um dos jardins mais lindos de Paris e almoce a sombras das árvores em algum de seus cafés.

Seguindo sempre em frente o jardim, você chega onde? No Louvre, mais precisamente no Arco do Triunfo do Carrousel do Louvre. Você pode então perceber que esse arco, esté perfeitamente alinhado ao Arco do Triunfo, lá em cima da Champs. Mais uma vez, Napoleão.
Uma vez no Carrousel...
 O Carrousel do Louvre é um conjuto de contruções subterrâneas medievais, onde hoje em dia há um Shopping, é e a melhor entrada do Louvre, se conseguindo evitar as filas da pirâmide. Na minha opinião, quarta-feira, que o museu fecha as 21:30h, é o melhor dia pra se visitar o Louvre. Passeio de leve de manhã, almoce bem e entre no museu a tarde, pra ficar até a hora que quiser. E claro, saia pela pirâmide.

Dentro do Louvre, vale a pena se informar sobre o que pretende ver, e onde ficam as obras do seu interesse (o museu é gigante e tem três alas enormes: a Denon, a Richelie e a Sully). Nem que se fique 1 semana inteira dentro dele, se consegue ver todas as obras. Eu particularmente não gosto do roteiro chamado Louvre Light: Monalisa, Vitória de Samotrácis, Venus de Milo, Código de Hamurabi, etc.... Eleja suas preferências: vá ver As Artes Egitas, Os Pintores Flamencos, Mestres Italianos, Grécia, etc... Eu recomendo as jóias da coroa francesa e a Grande Galeria (onde está a Monalisa), além do Egito e Aposentos de Napoleãos. Mas não espere ver tudo, é impossível.

Escrito por Paulinha às 11h00
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Relato da Minha Viagem por Paris
Minha experiência de Paris Eu já tive a sorte de visitar a capital francesa três vezes e cada vez que volto, me sinto mais apaixonda por ela....
Pra quem visita Paris pela primeira vez, eu recomendo que conheça a cidade de preferência a pé ou de ônibus, mas tenha sempre o metrô como um trunfo, pra poder ir mais rápido pra algum lugar, ou quando estiver muito cansado de caminhar. Antes de ir, leia, se informe, pergunte, saiba tudo sobre sobre ela e vá preparado pra se apaixonar. Sempre que me dizem que vão passar 2 dias em Paris (para conhecê-la pela primeira vez) eu quase tenho um surto. Meu conselho: não vá! Planeje ir com mais calma e quando for possível, fique no mínimo 5 dias (mínimo mesmo)! Menos do que isso você sai de lá com a sensação de não ter experimentado a cidade.

OBS: Pra quem tá estranhando ver essa iluminação na Torre saiba que, no verão, ela pisca a cada hora cheia, depois de acesa. É lindo!
Escrito por Paulinha às 10h53
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Veneza além da Piazza San Marco:
Eu estava andando num vaporetto quando li o seguinte avisa da prefeitura, em italiano e em inglês “Atenção, senhores turistas, Venza não se resume apenas a Piazza San Marco”. É sério e inacreditável! E realmente é isso: não se resume!
O mais maravilhoso da cidade é andar pelas pequenas vielas e pontes e ter uma surpresa atrás de cada esquina: uma pequena praça, um lindo pátio, um pequeno ristorante, ou apenas, mais uma ponte. E as vezes as vielas vão ficando tão estreitas, que você tem a sensação de que em algum momento não vai conseguir passar. Incrível!
Meu marido reclamou um pouco da proibição de bicicletas na cidade, mas imaginem quantos pedestres desavisados e boquiabertos, seriam atropelados todos os dias?
Os lugares mais incríveis da cidade são quase “secretos”, longe da imensidaão gloriosa da Piazza e da sua super população de turistas e pombos e alguns desse lugares, eu listo aqui:
O mercado do Rialto: além de peixes frescos e frustos do mar maravilhosos, o mercado que acontece as margens do Grande Canal, perto da Ponte do Rialto, tem frutas e legumes maravilhosos, além de uma absurda variedade de temperos e pimentas. Podemos até imaginar como seria esse lugar na época da efervescência do comércio com as Índias...Veneza é voltar no tempo.

Galleria Della Academia: essa galeria tem a maior coleção de arte veneziana do Renascimento. São telas enormes, pintadas pelos grandes mestres italianos, como Veronese, Tintoretto, Ticiano, Carpaccio e outros, que nos deixam perplexos diante de suas cores e brilhos, conservados até hoje. A maioria absoluta delas tem temas religiosos, como era de se esperar mas eu destaco a enorme tela “Ceia na Casa de Levi”, que foi originalmente encomendada pra ser a Santa Ceia pela Igreja e seria usada para decorar o refeitório de um Convento Beneditino. A tela foi considerada profana por conter bêbados, anões e animais e Veronese foi condenado a pintar outra tela, com as mesmas dimensões e o mesmo tema, corrigindo esses detalhes e a segunda versão, chamada de a Santa Ceia, está exposta no Louvre, na Grande Galeria, na parede em frente Monalisa. Eu tive a felicidade de poder compará-las na mesma viagem, e gostei mais da primeira versão.

Foto do site www.etudeedl.free.fr Essa é a Ceia na Casa de Levi
Se quiserem ver a outra versão, é só entrar no site do Louvre:
http://www.louvre.fr/llv/activite/detail_parcours.jsp?CURRENT_LLV_PARCOURS%3C%3Ecnt_id=10134198673226925&CONTENT%3C%3Ecnt_id=10134198673226891&CURRENT_LLV_CHEMINEMENT%3C%3Ecnt_id=10134198673226891&FOLDER%3C%3Efolder_id=1408474395181115&bmUID=1164198821421&bmLocale=en
Atrás da Galeria Della Academia, no sestieri Dorsodouro, há muitas lojas de Maschere, as mais bointas em minha opinião, uma delas bem famosa chamada Mondonovo, que confeccionou as mascaras para o filme De Olhos Bem Fechados do Stanley Kubrick.

Escrito por Paulinha às 10h38
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